segunda-feira, 7 de maio de 2018

Asgard


Alvis




Alvis
Alvíss
conhecedor de tudo
Clã

Alvis ou Alvíss é um anão mitológico, conhecedor de tudo. Na mitologia nórdica, na ausência do deus Thor, ficou noivo de sua filha,Thrud. No Alvíssmál (A balada de Alvis),[1] da Edda poética, conta-se como este anão por fim é enganado por Thor numa disputa de charadas, e, ao amanhecer, à luz do dia, Thor mata o anão, petrificando-o.[2]


Andvari

Na mitologia nórdica, Andvari (nórdico antigo: o cauteloso)[1] era um anão que vivia sob uma cascata e tinha o poder de se transformar em um salmão. Possuía um anel mágico, Andvarinaut, que tinha a faculdade de atrair outros metais preciosos e ajudava seu dono a encontrar mais ouro.

O anão Alberich, líder dos Nibelungos e guardião do "tesouro do Reno" na ópera Der Ring des Nibelungen, de Richard Wagner, foi criado com base tanto em Andvari como no feiticeiro Alberich do Nibelungenlied.[2]

A lenda de Andvarinaut


Quando Odin, Loki e Thor caminhavam por Midgard, Loki, devido a sua maldade, mata uma lontra que nadava no rio e pega sua pele. Mais tarde eles descobrem que se tratava de Otaro, irmão de Fafnir e filho do rei dos anões, Hreidmar. Hreidmar exige a morte de Loki pelo assassinato de seu filho. Odin, para salvar Loki, faz um acordo com Hreidmar no qual eles pagariam uma peça de ouro por cada fio de cabelo da pele de Otaro. Hreidmar aceita e fica com Odin e Thor como reféns até que Loki cumpra o acordo.

O único tesouro que possuía todo esse ouro pertencia a Andvari. Usando uma rede fornecida por Ran, Loki captura Andvari na sua forma de salmão e exige o seu tesouro e Andvarinaut em troca da sua liberdade. Andvari é obrigado a dar a Loki o seu tesouro, mas amaldiçoa o anel de modo a que destruísse qualquer ser que o usasse. Sábio, Loki não toca no anel e oferece-o a Hreidmar junto com o resto do tesouro, desencadeando uma série de eventos trágicos.

Depois da morte de Sigurdo e Brunilda, Gunnar esconde o tesouro numa caverna para protege-lo de seus inimigos. Anos mais tarde, Andvari descobre a caverna e recupera o seu tesouro, mas Andvarinaut estava perdido para sempre.

Regin



Regin por Arthur Rackham.

Na Saga dos Volsungos, Regin é uma personagem da mitologia nórdica, filho de Hreiðmarr e tutor de Sigurd, sendo dotado de extrema inteligência e destreza, ao ponto de ter construído uma casa de ouro e gemas para seu pai. Regin e seu irmão, Fafnir, mataram Hreidmar a fim de obter o ouro amaldiçoado que este recebeu dos deuses após Loki ter matado seu filho, Otaro. Fafnir, no entanto, transformou-se num dragão por ter desejado todo o ouro para si, expulsando seu irmão e obrigando Regin a viver no exílio, entre os homens. Regin, por sua vez, ensinou aos homens a plantar, a metalurgia, a navegar a velas, a domar cavalos e mulas, a construir casas, a tecer e costurar. Assim foi que Regin se tornou tutor de Sigurd e eventualmente o enviou para recuperar o tesouro.

Regin forjou uma maravilhosa espada para Sigurd, mas esta rapidamente se quebrou. Sigurd então encontrou a espada de seu pai (Sigmund), chamada Gram, e pediu para Mímir que a consertasse para matar Fafnir. Após banhar-se no sangue do dragão, Sigurd adquiriu invulnerabilidade e a capacidade de falar com as aves – uma das habilidades de Fafnir – e foi por meio delas que descobriu que seu antigo tutor, Regin, planejava agora matá-lo para obter o tesouro amaldiçoado.

A Thidrekssaga relata uma história um pouco diferente, na qual Regin é o dragão e Mímir como seu irmão e tutor de Sigurd.

Regin e Dvergr


Na edda poética (Völuspá 12), o Dvergatal lista Regin como um dvergr (anão nórdico). Entre os contos heróicos que nela constam (Reginsmál, aka Sigurðarkviða Fáfnisbana Önnur), é dito:

"Regin filho de Hreiðmarr .. era o mais habilidoso dos homens, e um dvergr em estatura. Ele era sábio, cruel e versado em magia."

Há que se notar que o "anão nórdico" das lendas não necessariamente é menor em estatura que o ser humano médio, podendo ser maior, de acordo com alguns poemas, como no Álvissmál, ou da mesma altura, como nalguns desenhos feitos no período viquingue.

Alberich



Alberich, por Arthur Rackham.

Alberich é uma personagem mitológica pertencente às sagas épicas francas, criadas durante a dinastia merovíngia, entre os séculos V e VIII. Seu nome significa rei dos elfos (elbe "elfos" reix "rei"). Era também tido como rei dos anões.[1]

No Nibelungenlied, um poema épico em alto alemão escrito durante o século XIII, Alberich é um anão e um poderoso mago, guardião do tesouro dos nibelungos, mas é vencido por Sigurd. Possuía um castelo subterrâneo, entre rochas, rodeado por pedras e metais preciosos. Possuía uma espada chamada Balmung e uma capa que o tornava invisível, a Tarnkappe, chamada de cape folette em francês antigo. Segunto este poema, Freyja recebeu de Alberich o colar Brisingamen junto com Draupnir, o anel de Odin e a espada mágica Tyrfing.

Na ópera O anel do nibelungo, de Richard Wagner, Alberich é um anão e líder dos nibelungos, guardião do "tesouro do Reno". Wagner criou sua personagem fazendo um amálgama do Alberich descrito no Nibelungenlied com a personagem Andvari, da mitologia nórdica.[2]

Fenrir





Fenrir
Odin and Fenris (1909) por Dorothy Hardy
Fenris
lobo
Pais
Irmãos
Filhos

Na mitologia nórdica, Fenrir (em nórdico antigo: "morador do poço"),[1] Fenrisulfr (em nórdico antigo: "lobo Fenris"),[2] Hróðvitnir (em nórdico antigo: "lobo da fama"),[3] ou Vánagandr (em nórdico antigo: "o monstro do rio Ván")[4] é um lobo monstruoso. Fenrir é atestada na Edda em verso, compilada no século XIII a partir de fontes tradicionais anteriores, e a Edda em prosa e na Heimskringla, escritas no século XIII por Snorri Sturluson. Em ambas a Edda em verso e a Edda em prosa, Fenrir é o pai do lobos Skoll e Hati, é um filho de Loki, e é pressagiado para matar o deus Odin durante os eventos de Ragnarök, mas por sua vez, ser morto pelo filho de Odin Víðarr.

Na Edda em prosa, informações adicionais são dadas sobre Fenrir, incluindo que, devido ao conhecimento dos deuses de profecias predizendo grandes problemas com Fenrir e seu rápido crescimento, os deuses o prendiam, e como resultado Fenrir arrancou a mão direita do deus Týr. Representações de Fenrir foram identificadas em vários objetos, e as teorias acadêmicas têm sido propostas a respeito da relação de Fenrir a outros seres caninos na mitologia nórdica. Fenrir tem sido objeto de descrições artísticas, e ele aparece na literatura.

Edda em verso



"Fenrir and Odin" (1895) por Lorenz Frølich.


Uma ilustração de Víðarr apunhalando Fenris enquanto segurava suas mandíbulas. (1908) por W. G. Collingwood, inspirado pelo Gosforth Cross.

Fenrir é mencionado em três estrofes do poema Völuspá, e em duas estrofes do poema Vafþrúðnismál. Na estrofe 40 do poema Völuspá, uma völva divulga para Odin que, no leste, uma velha mulher sentou na floresta Járnviðr, e pariu lá a ninhada de Fenris. "Virá um, em meio de todos eles, um apanhador da lua em pele de troll."[5] Mais à frente no poema, a völva prediz que Odin seria consumido por Fenris no Ragnarok:

Então é completo

o pesar de Hlín,

quando Óðinn vai

à lutar com o lobo,


resplandecer contra Surtr.

Então deverá,

o amigo de Frigg cair.

Na strofe que segue, a völva descreve que "uma criança alta da Prógenie Triunfante" de Odin (o filho de Odin, Vidar) virá então para "lutar com a besta da carnificina," e que com suas mãos, ele enfincará uma espada no filho de "Hveðrungr," vingando a morte de seu pai.[6]

Nas primeiras duas estrofes mencionando Fenrir em Vafþrúðnismál, Odin pôsa uma questão à sábia jötunn Vafþrúðnir:

"Muito eu tenho viajado, muito eu tenho tentado,

muito eu tenho testado os Poderes;

de onde um sol tem entrado no céu amaciado

quando Fenris assaltará este aqui?"

Na estrofe que se segue, Vafþrúðnir responde que Sól (aqui referido como Álfröðull, referindo-se ao Sol),carregará uma filha antes que Fenrir a ataque, e que essa filha continuará os caminhos de sua falecida mãe pelos céus.[7]

Prose Edda



"Loki's Brood" (1905) por Emil Doepler.


"Loki's Children" (1906) por Lorenz Frølich.


"Týr and Fenrir" (1911) por John Bauer.

Na Prose Edda, Fenrir é mencionado em três livros: Gylfaginning, Skáldskaparmál and Háttatal.

Gylfaginning capítulos 13 e 25


No capítulo 13 do livro da Prose Edda, Gylfaginning, Fenrir é primeiro mencionado na estrofe indicada de Völuspá.[8] Fenrir é primeiramente mencionado na prosa no capítulo 25, onde a figura entronada de High conta a Gangleri (descrito como o rei Gylfi disfarçado) sobre o deus Týr. High diz que um exemplo da bravura de Týr's é que quando o Æsir estrava atraindo Fenrir (referido aqui como Fenrisúlfr) para colocar os grilhões Gleipnir no lobo. Fenrir não confiou que eles iriam deixá-lo ir até que o Æsir colocasse sua mão em sua boca como garantia. Como resultado, quando o Æsir recusou em libertá-lo, ele arrancou fora a mão de Tyr num lugar agora chamado "wolf-joint" ou "Articulação do Lobo" (referindo-se ao encaixe da mordida), fazendo Týr ficar maneta, algo "não considerado como sendo um apaziguador de assuntos e coisas entre pessoas e povos."[9]

Gylfaginning capítulo 34


No capítulo 34, High descreve Loki, e diz que o deus teve 3 filhos com uma fêmea jötunn chamada Angrboða, localizado na terra de Jötunheimr; Fenrisúlfr, a serpente Jörmungandr, e uma fêmea Hel. High continua, que assim que os deuses soubessem que essas três crianças estariam sendo trazidas para Jötunheimr, e que quando os deus "traçassem profecias que desses irmãos, grandes infortúnios e desgraças originariam-se para eles" eles esperaram grandes problemas vindo delas, parcialmente devido a natureza da mãe das crianças. Ainda pior, devido à natureza de seu pai.[10]

High diz que Odin enviou os deuses para coletarem as crianças e trazê-las a ele. Assim que chegaram, Odin jogou Jörmungandr em "aquele mar profundo que cobre todas as terras", e então jogou Hel em Niflheim, e deu a ela a autoridade sobre os Nove Mundos. No entanto, o Æsir olhou para o lobo e pensou na profecia e ficou com medo do "lobo à sua porta", e só Týr teve coragem de se aproximar de Fenrir e dar-lhe comida. Os deuses notaram que Fenrir estava crescendo rapidamente todo dia, e desde quetodas as profecias predizeram que Fenrir estava destinado a causá-los dano, os deuses formaram um plano. Os deuses prepararam três grilhões: O primeiro, altamente forte, foi chamado de Leyding. Eles trouxeram Leyding a Fenrir e sugeriram que o lobo testasse sua força com ela. Fenrir julgou que ela não estava além de sua força, e então deixou que os deuses fizessem o que quisessem com ela. No primeiro chute de Fenris a corrente estraçalhou, e Fenrir se soltou de Leyding. Os deuses fizeram um segundo grilhão, duas vezes mais forte, e o chamaram de Dromi. Eles pediram a Fenrir que testasse o novo grilhão, e que se ele quebrasse essa nova forma de engenharia, Fenrir alcançaria grande fama pela sua força. Fenrir considerou que o grilhão era muito forte, porém que sua força também havia aumentado desde que ele quebrou Leyding, e ainda que ele haveria de tomar alguns riscos se fosse para ficar famoso. Fenrir permitiu que eles colocassem o grilhão.[11]

Quando os Æsir se afastaram e exclamaram que eles estavam prontos, Fenrir se chacoalhou e quebrou o grilhão jogando-o no chão, se esforçando, e chutando-o com os pés – quebrando-a em pedaços que voaram a distância. High diz que, como resultado de "libertar-se de Leyding" ou "estraçalhar Dromi" vem os ditos de quando alguma façanha é adquirida devido a tamanho esforço. Os Æsir começaram a temer que eles não conseguiriam acorrentar Fenris, e então Odin enviou o mensageiro de Freyr, Skírnir à terra de Svartálfaheimr para "alguns anões" e os fizeram fazer um grilhão chamado Gleipnir. Os anões construíram Gleipnir de seis míticos ingredientes. Depois de uma troca entre Gangleri e High, High continua dizendo que o grilhão era liso e macio, como uma fita de seda, ainda assim, forte e firme. Os mensageiros então trouxeram o grilhão aos Æsir, e eles agradeceram-no cordialmente por completar a tarefa.[12]

Os Æsir foram então para o lago Amsvartnir (Nórdico Antigo "Preto breu"[13]), pediu a Fenrir para acompanhá-los, e continuaram para a ilha Lyngvi (Nórdico Antigo "um lugar coberto por urze"[14]). os deuses então mostraram a Fenrir o grilhão sedoso Gleipnir, e disseram a ele para rasgá-lo, dizendo que era muito mais forte do que aparentava, passaram entre si, usaram suas mãos para puxá-lo, e mesmo assim ele não se rasgou. No entanto, eles disseram que Fenris seria capaz de despedaçá-lo, ao qual Fenrir replicou:


"The Binding of Fenrir" (1908) por George Wright.

"Aparenta para mim, que com essa faixa contudo, eu não ganharei nenhuma fama se despedaçar tão delgada atadura, mas se é feita com arte e astúcia, aí mesmo que aparente fina, essa faixa não irá em minhas pernas."[12]

Os Æsir disseram que Fenrir iria rapidamente rasgar a fina tira de seda, notando que o grande lobo antes, teria quebrado grandes pulseiras de ferro, e adicionaram que se Fenris não fosse hábil de quebrar a fina Gleipnir então Fenrir não era nada para os deuses temerem, e como resultado disso, seria libertado. Fenrir respondeu:

"Se vocês me prenderem de forma que eu não consiga me soltar, então vocês estariam em uma situação em que eu haveria de esperar um longo tempo antes de conseguir alguma ajuda de vocês. Eu estou relutante de ter essa faixa em mim. Mas antes de questionarem minha coragem, deixe alguém por sua mão em minha boca como uma forma de garantia de que isso é feito de boa fé."[15]

Com esse atestado, todos os Æsir olharam um para o outro, vendo a si mesmos em um dilema. Todos recusaram pôr as suas mãos na boca de Fenrir, até Týr aparecer colocando sua mão direita entre as mandíbulas do lobo. Quando Fenrir puxou, Gleipnir agarrou-lhe firme, e quanto mais Fenrir se debatia, mais forte a atadura se tornava. Vendo isso, todos riram, exceto Týr, que ali perdeu sua mão direita. Quando os deuses souberam que Fenris estava completamente preso, eles pegaram uma coleira chamada Gelgja (do Nórdico Antigo "grilhão"[16]) pendendo de Gleipnir, inseriram a fina corda por entre uma grande rocha chata chamada Gjöll (Nórdico Antigo "Grito"[17]), e os deuses asseguraram a rocha chata fundo no chão. Depois, os deuses pegaram outra grande rocha chamada Thviti (Nórdico Antigo para "batedor"[18]), e confiaram-na ainda mais fundo no chão como uma âncora cavilhada. Fenrir reagiu violentamente; ele abriu suas mandíbulas até o máximo, e tentou mutilar os deuses com suas mandíbulas. Os deuses firmaram "uma certa espada" na boca de Fenris, a bainha da espada em suas gengivas inferiores e a ponta em suas superiores. Fenrir uivou horrivelmente" e saliva correu de sua boca, e essa saliva formou o rio Ván (Nórdico Antigo "esperança"[19]). Ali Fenrir ficará até o Ragnarök. Gangleri comenta que Loki criou uma "família muito terrível" contudo importante, e pergunta por que os Æsir simplesmente não mataram Fenrir lá mesmo já que esperavam grande mal a si vindo dele. High replica que "tão fortemente os deuses respeitavam os seus holy places e lugares de santuário que eles não queriam definhá-los com o sangue do lobo, mesmo as profecias dizendo que ele seria a morte de Odin."[20]


"Odin and Fenriswolf, Freyr and Surt" (1905) por Emil Doepler.

Gylfaginning capítulos 38 e 51


No capítulo 38, High diz que há Einherjar em Valhalla, e muitos mais que iriam chegar, e ainda assim, que eles "seriam muito poucos quando o lobo viesse."[21] No capítulo 51, High prediz que como parte dos eventos do Ragnarök, depois do filho de Fenris Sköll ter engolido Sól (Sol) e seu outro filho Hati Hróðvitnisson ter engolido Mani (Lua), as estrelas desaparecerão dos céus, a terra chacoalhará violentamente, árvores serão arrancadas, montanhas desmoronarão, e todas as correntes despedaçarão – Fenrisúlfr então será liberto. Fenrisúlfr disparará à frente com sua boca completamente aberta, sua mandíbula superior tocando os céus e sua mandíbula inferior a terra, e chamas ascenderão e queimarão de seus olhos e narinas.[22] Depois, Fenrisúlfr chegará ao campo de batalha Vígríðr com seu irmão, a serpente de Midgard Jörmungandr. Com suas forças combinadas, uma imensa batalha tomará vez. Durante isso, Odin cavalgará para enfrentar Fenrisúlfr. Durante a batalha, Fenrisúlfr irá por fim, engolir Odin, matando-o, e seu filho Víðarr avançará e colocará um pé na mandíbula inferior do lobo. Essa pegada carregará uma marca lendária "pois o material teria sido coletado durante todos os tempos." Com uma mão, Víðarr segurará a mandíbula superior do lobo e rasgará a sua boca com a outra, matando Fenrisúlfr.[23] High continua a descrição dessa prosa citando várias notas de Völuspá. Em adição, algumas das quais citam Fenris.[24]


"Fenrir" (1874) por A. Fleming.

Skáldskaparmál e Háttatal

Na seção Epílogo do livro Prose Edda Skáldskaparmál, um eufêmero monólogo equipara Fenrisúlfr a Pyrrhus, numa tentativa de racionalizar "ele matou Odin, e Pyrrhus poderia-se dizer ser um lobo de acordo com a crença deles, pois ele não prestava nenhum respeito por lugares de santuário quando ele matou o rei no templo na frente do altar de Thor."[25] No capítulo 2, "Inimigo do Lobo" é citado como uma kenning por Odin assim como é usado no século X pelo skald Egill Skallagrímsson.[26] No capítulo 9, "Alimentador do Lobo" é dado como um kenning para Týr e, no capítulo 11, "Matador de Fenrisúlfr" é apresentado como um kenning para Víðarr.[27] No capítulo 50, uma seção de Ragnarsdrápa pelo skald do século IX Bragi Boddason, há uma citação que se refere Hel, como "A Irmã do Monstruoso Lobo."[28] No capítulo 75, os nomes wargs e lobos são listados, incluindo ambos "Hróðvitnir" e "Fenrir."[29] "Fenrir" aparece duas vezes em versos como um pronome comum para um "lobo" ou "warg", no capítulo 58 de Skáldskaparmál, e no capítulo 56 do livro Háttatal.[30] Adicionalmente, o nome "Fenrir" pode ser visto entre uma lista de jötnar no capítulo 55 de Skáldskaparmál

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